As regras de ouro do e-mail
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Anterior à internet, o correio eletrônico continua sendo uma das formas de comunicação mais eficazes
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Mais antigo do que a própria internet, o e-mail é uma das ferramentas
mais importantes da comunicação virtual, e seu surgimento foi importante
para que a rede mundial de computadores fosse aperfeiçoada e
desenvolvida. A primeira troca de mensagens eletrônicas foi em 1965 e
possibilitava a comunicação entre várias pessoas ao mesmo tempo.
A velocidade dessas mensagens pode ser um prato cheio para
desatenções por parte de redatores, resultando em erros muitas vezes
constrangedores. Para que isso não ocorra, o texto de um e-mail deve ser
simples, exigindo cuidados com sua releitura e acertos no tom da
mensagem.
No trabalho, onde a comunicação pode custar dinheiro ou mesmo o
sucesso profissional, um e-mail deve ser redigido com toda a atenção
para não dar margem a mal-entendidos. Deve priorizar três pontos:
simplicidade, clareza e objetividade.
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O vocabulário deve pertencer à linguagem usual, sem expressões rebuscadas que possam complicar a mensagem;
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Simplicidade não pode ser sinônimo de descuido. É preciso estar atento à
repetição de termos sem necessidade, abreviações obscuras ou
construções truncadas;
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Para um texto conciso e claro, basta relê-lo e cortar termos
desnecessários,evitando dizer em muitas palavras o que se poderia dizer
em poucas;
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Ter em mente o receptor de sua mensagem e tentar adequar o tom, com o cuidado de reler no final o texto
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Cuidado com palavras mal colocadas e destinatários errados. Uma simples
mensagem destinada à pessoa errada por engano pode causar ;grandes
estragos.
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A "netiqueta"
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Como se comportar corretamente no mundo virtual
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Maiúsculas:
textos em maiúsculas (CAPS LOCK ativado), na maioria dos casos, dão a
entender que você está gritando. Se quiser destacar algo, sublinhe ou
coloque entre aspas. Se o programa utilizado na comunicação permitir,
use o
itálico
ou o
negrito
, mas sempre de forma moderada para não poluir o texto.
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Erros de grafia:
em conversas informais é normal que a norma culta da língua seja posta
de lado. O que não quer dizer que se possa escrever de qualquer jeito.
Atenção para os erros que podem mudar o significado do que se quis
dizer, como usar "mais" em vez de "mas", "e" em vez de "é", "de" em vez
de "dê" e assim por diante.
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Pontuação:
por mais informal que seja, o interlocutor pode não conseguir
acompanhar o fluxo de pensamento do redator. Daí a necessidade de
pausas. Por isso atenção à pontuação e à divisão de parágrafos.
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Respostas:
ao enviar respostas em fóruns, listas de discussão ou debates em redes
sociais como o Facebook, por exemplo, procure ser claro sobre o que está
falando ou a que está se referindo. Copie e cole um trecho da questão,
dê nome ao que você pretende responder e evite deixar sua réplica solta
sem referências às mensagens prévias nas quais você se baseou.
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Público x privado:
questão cara em tempos de redes sociais, o cuidado com o que se publica
é essencial para evitar mal-entendidos e situações constrangedoras.
Como o meio virtual permite respostas muito rápidas e publicações
instantâneas, pense antes de tornar públicos seus pensamentos. Por isso
pense, escreva, leia o que escreveu e só depois publique na internet.
Lembre-se que suas opiniões ficarão registradas e podem ser facilmente
associadas ao seu nome numa busca rápida. Evite também publicar
informações que possam lhe causar problemas, como críticas ao seu chefe
ou seu endereço.
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Um blog pra chamar de seu
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Manter uma página com textos próprios pode melhorar suas habilidades de escrita e leitura
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A palavra "blog", redução de web log, foi criada em 1997 para designar
sites cuja estrutura dinâmica e interface amigável facilitam a
publicação imediata de textos, imagens e sons, sem a mediação de
webmasters
ou especialistas em tecnologia. Sua estrutura favorece a ordem
cronológica, cabendo ao post mais recente o lugar de destaque no topo da
lista.
Atualmente há milhões de blogs em atividade na internet e sobre os
mais variados temas. Tem-se atribuído um papel importante aos chamados
"blogueiros" na mídia de hoje, veiculando informações exclusivas e
conteúdos que dificilmente seriam publicados em veículos de expressão,
seja por razões ideológicas ou por serem de interesse muito específico.
Educadores e especialistas em linguagem são unânimes ao afirmar
que o cultivo de um blog pessoal traz benefícios às habilidades de
escrita e leitura. A seguir, algumas dicas importantes para quem deseja
tornar-se um editor dos próprios textos:
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Escolha um serviço de blogs (Wordpress, Blogspot etc.) e crie uma conta com um endereço fácil de memorizar
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Não se preocupe de imediato em definir um tema específico, que mais
tarde poderá ser uma camisa de força. A ideia é que o blog seja
abrangente o bastante para abarcar variados temas
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Procure não emitir opiniões polêmicas ou preconceituosas. Isso pode lhe custar um processo
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Procure escrever com regularidade. Se num mesmo dia tiver ideias para
mais de um texto, publique apenas um e programe os outros para serem
publicados em dias diferentes
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Redes sociais como o Twitter e o Facebook são uma boa vitrine para o seu
blog. Procure chamar a atenção de seus amigos e seguidores para seus
posts publicando links,
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Use o Twitter a seu favor
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Extraia o máximo de sua comunicação com o mínimo de caracteres
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O Brasil é o segundo país com o maior número de
usuários do Twitter, rede social criada em 2006 que permite ao
internauta escrever mensagens de no máximo 140 caracteres. O serviço
também permite que você "siga" outros perfis, cujas informações podem
ser visualizadas em tempo real. A onda do Twitter chegou rapidamente ao
mundo corporativo, que aos poucos começa a usá-lo de forma mais eficaz. A
seguir, algumas sugestões que podem ser úteis para quem quer fazer bom
uso da ferramenta.
Regularidade:
muitos perfis no Twitter ficam inativos por tempo demais, não cumprindo
assim a função a que se propõem. Portanto escreva, leia, siga, enfim,
faça-o funcionar.
Pessoal x profissional:
cuidar de um Twitter corporativo exige que você "pense" como a empresa
ou o produto. Por isso nunca emita opiniões pessoais sobre temas
polêmicos.
Interação:
embora o Facebook seja mais propício à interação com outros usuários, o
Twitter também permite formas de interação com outros perfis. O ideal é
que não se faça desse espaço uma espécie de sala de bate papo. Deixe as
conversas longas e de caráter mais pessoal para o e-mail ou Facebook.
Ouça opiniões, retuíte-as, responda e não fuja de questões delicadas,
mantendo sempre a responsabilidade sobre o que está dizendo.
Não saia seguindo todo mundo:
de nada adianta seguir 10 mil pessoas esperando ser seguido de volta. O
que irá atrair seguidores do seu perfil certamente é o conteúdo do que
você publica. Além disso, seguir muitas pessoas sobrecarregará sua
timeline, impedindo que você absorva todas as informações.
"Unfollow":
se acaso algum perfil estiver inundando-o de informações inúteis ou
ofensivas, não hesite em parar de segui-lo (unfollow). Mas não é preciso
alardear.
Honestidade:
não tome como suas as ideias que você leu em outros perfis. Procure citar a fonte de seus tuítes.
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Glossário do Twitter
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Seguidores:
da palavra follower, são os usuários que "seguem" (monitoram) um perfil.
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RTs:
abreviação de "retuítes", trata-se da citação do que alguém já tuitou
antes. A pessoa citada logo é notificada de que foi mencionada e quem a
mencionou.
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Hashtags:
palavras com o símbolo # à frente designam o tema tuitado. Se o usuário
clicar nesse termo será levado a uma página que reúne todas as
mensagens que possuírem a mesma hashtag. Por exemplo,
#diadalinguaportuguesa.
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Trending topics:
literalmente "tópicos que são tendência". É o ranking de palavras e
hashtags mais tuitadas, seja no Brasil ou em outros países.
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Fonte:http://revistalingua.uol.com.br/textos/64/artigo249031-1.asp
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